Historial do Rancho

Origens

O Rancho Folclórico "As Lavadeiras" do Sabugo – Sintra foi fundado em 25 de Setembro de 1966, motivado pelo interesse dos naturais do Sabugo em manterem bem vivas as características do seu povo. Tem a sua origem na Região Saloia do Sabugo e povoações limítrofes, sendo o mais antigo representante das danças e cantares das Lavadeiras e Carroceiros do Concelho de Sintra. O mesmo faz parte da actividade cultural da União Desportiva e Recreativa Sabuguense.

Caracteristicas do Rancho

As suas características são puramente saloias, retratando para a data actual as danças, cantares, trajes, usos e costumes do seu Povo.

As suas danças e cantares representam as célebres cantigas populares cantadas ao despique, entre Lavadeiras e Carroceiros, nos rios, nas galeras e nas carroças a caminho de Lisboa, nos arraiais e bailaricos domingueiros. Os trajes retratam várias situações de finais do séc. XIX e princípios do séc. XX, em que lavadeiras e carroceiros tinham uma posição característica e bem marcada, na nossa região, principalmente na capital (Lisboa antiga) pois até filmes alusivos às suas figuras se fizeram (como é o caso do célebre filme "Aldeia da Roupa Branca").

Afiliações

É membro efectivo da Federação do Folclore Português, filiado no Inatel, e pertencente à Associação do Distrito de Lisboa para a Defesa da Cultura Tradicional Portuguesa.

Reconhecimentos

Foi reconhecido por Mérito pela Câmara Municipal de Sintra com a Medalha de Ouro em 1992.

Participações em Festivais

Anualmente organiza o Festival de Folclore - "Sabugo"

Ao longo da sua existência tem participado em Festivais Nacionais e Internacionais de Folclore, incluindo a Ilha da Madeira, tendo-se deslocado a Espanha, França, Inglaterra, Marrocos e Alemanha.

Sabugo, Almargem do Bispo, Sintra!

O Rancho Folclórico "As Lavadeiras" do Sabugo, está sediado tal como o nome indica na aldeia do Sabugo, mais concretamente na Freguesia de Almargem do Bispo e no Concelho de Sintra.

A Vila de Sintra é conhecida pela sua beleza natural e pelos seus monumentos. A exemplo destes podemos referir:

O Sabugo

A Freguesia de Almargem do Bispo é constituída por várias aldeias.

O Sabugo é uma aldeia que apesar da proximidade com a cidade de Lisboa, mantém ainda vivas as tradições e costumes do povo.

Lavadeiras no rio

A vida dos habitantes do Sabugo nos finais do século XIX princípios do século XX era uma vida simples, dividindo-se entre o amanho das terras e a lavagem da roupa às senhoras de Lisboa. O Sabugo é uma aldeia que apesar da proximidade com a cidade de Lisboa, mantém ainda vivas as tradições, usos e costumes do seu povo.

Prova disso é a existência do Rancho Folclórico que no presente ano festeja o seu quadragésimo aniversário, sendo o mais antigo representante das danças e cantares das "Lavadeiras e Carroceiros".

O Auditório do Mosqueiro

É um espaço que nos enche de orgulho pois permitiu dotarmos a nossa terra de um espaço lúdico e cultural magnífico. É composto por uma série de azulejos que retractam a vida das gentes do Sabugo nos finais do século XIX princípios do século XX . É neste espaço que iremos realizar o Festival de Folclore.

Chafariz do Sabugo

Encontra-se a meio do povoado do Sabugo e é considerado o ex-libris da nossa terra. É uma fonte de espaldar pois parece um caldeirão e tem duas bicas e um tanque que serve de reservatório à água que vai correndo.

Foi mandado construir em 1782 para benefício público. Era lá que as moças iam buscar água e aproveitavam para namorar.

A Capela de Nossa Senhora da Piedade

Em meados do séc. XVIII a marinha real inglesa navegava ao longo da costa da Ericeira quando foi surpreendida por um temporal. Perdidos, os marinheiros evocaram a protecção da Nossa Senhora da Piedade, cuja imagem ia num dos navios da frota. Simultaneamente fizeram a promessa de edificarem uma capela. Em Agosto de 1758 surge a Capela de Nossa Senhora da Piedade. Aqui começaram a ser feitas, por ordem Del Rei, feiras francas nos dias de São Tiago e Santa Ana.

A estas feiras acorriam feirantes e peregrinos, sobretudo na zona saloia.

Em 1890 a capela foi ampliada, tomando a forma que hoje apresenta.

Palácio da Pena

Expressão máxima do gosto romântico do príncipe D.Fernando II, marido de D.Maria II. A sua construção iniciou-se em 1840 e impressiona pelo estilo e recheio que o transformam num verdadeiro museu de artes decorativas. De salientar o retábulo renascentista, de Nicolau Chanterenne, o imobiliário exótico e ricamente trabalhado e a ambiência romântica.

Palácio e Quinta de Monserrate

Palacete neogótico, que foi habitado pelo escritor inglês Eilliam Backford. Depois de votada ao abandono, em 1856 a propriedade foi adquirida por Francis Cook que construiu um novo palácio de traça orientalizada, pleno de motivos revivalistas fazendo dele um verdadeiro testemunho de arquitectura romântica.

Nele se encontra integrado um importante museu botânico.

Palácio Nacional de Sintra ou das duas Chaminés

Coroado por duas chaminés descomunais que constituem o ex-libris da região, domina todo o centro urbano de Sintra. Este palácio é o maior repositório de azulejos antigos existentes no país. O seu recheio é constituído por mobiliário antigo, tapeçarias, pinturas e esculturas da Escola Alemã.

Para além de palco histórico, é cenário de múltiplos concertos de música clássica, recepções oficiais e recriações de histórias ao vivo.

Castelo dos Mouros

Remonta aos primórdios da ocupação peninsular pelos mouros no século VIII, constituindo o mais antigo monumento de Sintra. Conquistado por D.Afonso Henriques em 1147 ali foi edificada a primeira capela cristã do concelho, dedicada a São Pedro. Destaque para a Cisterna Moura e o Torreão Real.

 

 
 
 
 
 
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